Aínda sem comentários | Faça um comentário

Vencedores Oferta Family Coaching

16 de Dezembro, 2011

Já encontrámos as vencedoras da Oferta de Natal Family Coaching! AS frases que recebem as nossas ofertas são as seguintes:

O que faz de mim uma mãe extraordinária é a capacidade de me aceitar com as minhas imperfeições e limitações neste grande desafio da vida! Não pretendo ser a melhor mãe do mundo. Entrego-me ao meu filho de coração aberto, dou o meu melhor e isso basta! O seu olhar de cumplicidade e o seu sorriso contagiante fazem milagres… fazem-me sentir muito especial e isso para mim é tudo! A.S.S.

e

O que faz de mim uma mãe extraordinária é conseguir, por vezes, transformar momentos de stress em momentos divertidos! S.P.

Cada uma das autoras das frases vencedoras irá receber um voucher Family Coaching, que dará direito a um processo de coaching por email (6 emails) ou a uma sessão de coaching por telefone com a duração de 1 hora. Cada uma das vencedora poderá escolher o seu prémio destas duas alternativas.

Obrigada a todas as mães extraordinárias pela participação!

O que fará de mim talvez uma Mãe maravilhosa? Não ser a melhor das pessoas, mas esforçar-me para ser um exemplo bom para o meu Filho e dar-lhe o melhor, mesmo de mim.
S. M.M.(Facebook)

Tentar pôr-me sempre no lugar deles para perceber reacções, dar respostas, motivar, ajudar….
J.V.(Facebook)

O que faz de mim uma mãe extraordinária é a capacidade de me aceitar com as minhas imperfeições e limitações neste grande desafio da vida! Não pretendo ser a melhor mãe do mundo. Entrego-me ao meu filho de coração aberto, dou o meu melhor e isso basta! O seu olhar de cumplicidade e o seu sorriso contagiante fazem milagres… fazem-me sentir muito especial e isso para mim é tudo!
A.S.S.(Facebook)

Ser cumplice dos meus filhos em muitas coisas. Crescer todos os dias com eles embora ultimamente, o mais velho esteja a crescer a um ritmo mais acelerado do que eu…
C.M.(email)

A Mãe toca todas as notas musicais, umas vezes “desafina”, outras acerta o tom mas eu acho que ela é a melodia mais doce, extraordinária e alegre que posso ter junto de mim. (Rita)
A.F.

Pais extraoedinários tentamos ser
embora tenhamos seja sempre o cinto apertado.
Mas sentindo-nos, do amanhecer ao anoitecer,
o coração dela fica fica mais sossegado.
S.F.(email)

Cada sorriso que vejo na cara dos meus filhos!
A.L. C. (email)

Estar sempre disponivel para ouvir, o que quando falamos de duas meninas de 4 e 7 anos se pode tornar muito divertido ou incrivelmente constrangedor…
A.C.(blog)

Ter optado por ficar com a minha princesa 24h por dia… ver o primeiro passo, ouvir a primeira palavra, sentir o primeiro abraço, receber o primeiro beijo, explicar o porquê das coisas, descobrir como é fantástico e mágico ser MÃE.
P.A.(blog)

Amá-los, deixando que se amem.
R. C.(email)

O que faz de mim uma mãe extraordinária é o facto de saber dizer que não na hora que penso ser a mais adequada.
M.M. (email)

Amor, é tudo o que uma criança necessita para Sorrir!
A.C.(email)

Sou uma mãe extraordinária, porque apesar dos erros que cometo e da paciência que por vezes falta, os meus filhos de 6 e 8 anos, abraçam-me até eu perder o ar e dizem-me que me adoram!
C.M.(email)

Rebolar no chão com o meu filho depois de uma longa sessão de cócegas!!!
E
Educar com muita paciência e fundamentalmente muito Amor!!
A.L.C.(email)

Eu sou uma mãe extraordinária porque…  Tenho 2 filhos extraordinários… que saem mesmo à mãe!!! Só pode querer dizer que fiz alguma coisa extraordinariamente bem!
S.C.A.(email)

O que faz de mim uma Mãe extraordinária é saber que o sorriso do meu filho é o Amor-Maior em forma de gente, o seu sorriso assegura-me de que estou no bom caminho e que tenho capacidade de crescer com as dificuldades diárias, com os pequenos erros que são colmatados por aquele abracinho quente e seguro.
A.M.C.(email)

Estar junto ao meu filho para sorrir com ele e comemorar as suas alegrias, as suas vitórias, as suas conquistas…estar lá para o abraçar e estender-lhe a mão, levantando-o, sempre que haja um tropeção…se ele levantar a cabeça e olhar em frente, verá que…a Mamã está aqui! Quero vê-lo crescer e ser Feliz e, por isso…a Mamã está sempre aqui!
M.B.(blog)

Meu filho é que me faz uma mãe extraordinária; quando ele sorri me mostra que estou fazendo tudo certo, tudo que ele precisa.
L.G.S.(blog)

A vontade de Viver e ser Feliz que transmito ao meu filho em tudo o que faço.
S.M.(email)

O que faz de mim uma mãe extraordinária é conseguir, por vezes, transformar momentos de stress em momentos divertidos!
S.P.(email)

4 comentários

Oferta de Natal Family Coaching

6 de Dezembro, 2011

Vouchers Natal2

Quer receber um presente de Natal da Family Coaching?

É fácil: envie-nos um email para geral@familycoaching.pt , comente aqui no Blog ou comente na nossa página do Facebook, dizendo o que faz de si um pai ou uma mãe extraordinário!

As duas respostas mais originais receberão um presente surpresa. No dia 16 de Dezembro divulgaremos os vencedores.

Obrigada pela sua participação.

Aínda sem comentários | Faça um comentário

Dá que pensar… Disponível ou ocupado? A escolha é sua!

28 de Novembro, 2011

O tempo tem mais olhos que barriga.”

 Susana Félix

Estamos a chegar àquela altura do ano em que ficamos demasiado ocupados… demasiado ocupados para estar com quem gostamos? Demasiado ocupados para apreciar tempo sozinhos? Demasiado ocupados para relembrar o que é mesmo importante? Demasiado ocupados para rir e fazer brincadeiras tontas com os filhos? Demasiado ocupados para ler um livro? Ou fazer um presente para alguém especial?

Quando estamos demasiado ocupados para todas estas coisas, vale a pena perguntar: o que é o mais importante? O que é que eu quero? E atrever-se a dizer “não” – para poder dizer SIM!

Quando somos capazes de descobrir o que queremos realmente, aceitá-lo e ficar em paz com essa vontade, mesmo que seja uma vontade que interfere com os outros, estamos a convidar esses outros a descobrirem também o que é importante para eles e a dizer-lhes que aceitamos também as suas escolhas!

Atreva-se a virar costas ao que esperam de si, ao que acha que “devia” fazer, e a enfrentar o que quer realmente fazer com o seu tempo!

Da próxima vez que o convidarem (os seus filhos, os amigos, a família, ou a sua própria mente) para algo que lhe parece ir mesmo ao encontro do que é importante para si, mas acreditar que não tem tempo, pense outra vez…

Aínda sem comentários | Faça um comentário

Dá que pensar… O momento certo para agradecer: agora!

15 de Novembro, 2011

Diariamente, precisamos de descobrir que não é a felicidade que nos faz sentir gratidão, é a gratidão que nos faz sentir felizes ” David Steindhl-Rast

Quantas vezes já disse ao seu filhos “diz obrigado!”? Alguma vez parou para pensar nesta preocupação? Hoje vamos propor-lhe que o faça!

A palavra “obrigado” é uma palavra estranha… quer dizer que nos sentimos “obrigados” a fazer algo a seguir? Quer dizer que é “obrigatório” pagar um favor, uma oferta, uma coisa boa? Não admira que as crianças tenham tanta dificuldade em dizê-la… e não admira que tenhamos tanta dificuldade em pedir ajuda: sentimos que ao agradecer estamos “obrigados” a retribuir.

A gratidão, no entanto, é muito mais do que dizer “obrigado!”: a gratidão é sentirmo-nos felizes e confortados com as pequenas e grandes coisas boas da nossa vida!

Qual foi a última vez que se sentiu grato? Costuma partilhar com os seus filhos estas pequenas (ou grandes) gratidões? Ou sente que está a contribuir para perpetuar a “obrigação” que os agradecimentos portugueses associam à gratidão? O que depende de si para pôr fim a este ciclo?

De que se sente grato hoje? Quer dizer-nos?

1 comentário

Dá que pensar… Faz frio: saia de casa!

10 de Novembro, 2011

“O mau tempo não existe – apenas a roupa errada”
Billy Connoly

Quando está frio ficamos por casa… hoje queremos levá-lo a questionar esta ideia!

Será que o tempo frio tem, necessariamente, de ser sinonimo de ficar fechados em casa? Como se sente quando fica muito tempo sem sair de casa? E os seus filhos? O que o impede de sair de casa quando está frio? Já pensou que quem mora em locais mais frios ou com muita chuva sai de casa e aproveita o exterior também no inverno?

Queremos incentivá-lo a ser criativo e a procurar alternativas para que sair de casa seja uma possibilidade também quando o tempo está frio…

Aqui estão algumas ideias em que temos tropeçado e que podem ajudá-lo a encontrar as que funcionam na sua família:

- Os parques infantis estão molhados… agasalhe-os bem, leve uma muda de roupa seca no carro e, no fim da brincadeira, mude-lhes a roupa!
- Está a chover… calcem galochas, vistam impermeáveis e apanhem chuva com a língua ou brinquem com as poças de água;
- Está frio… mais um par de meias, mais um casaco ou camisola, e toca a correr na rua para aquecer!
- As brincadeiras não funcionam… apanhar folhas secas ou pauzinhos, brincar às escondidas ou à apanhada, explorar o pinhal perto de casa, contar uma história sentada numa pedra…
- Mas dentro está-se melhor… que recursos existem fora de casa que são interiores? Uma biblioteca? Um restaurante com parque interior? Um museu ou uma exposição? A casa de um amigo? Uma ludoteca?

Muitos pais partilham conosco que sair de casa com as crianças ajuda a manter a sanidade dos pais! O que está à espera? Aceite o desafio e partilhe conosco outras ideias ou o que aconteceu quando saiu da sua zona de conforto!

Aínda sem comentários | Faça um comentário

Dá que pensar… as mães que trabalham fora de casa são mais felizes?

6 de Outubro, 2011

“Quando as pessoas vão trabalhar, não deveriam ter que deixar os seus corações em casa” Betty Bender

Este é um tema quente! E é quente porque mexe com o coração de muitas mães…

Gostávamos hoje de focar a nossa atenção num ponto muito importante: “Trabalhar fora de casa é uma escolha!”

Reparou como a frase não terminou com um ponto de interrogação? Foi de propósito. Nós temos a certeza de que trabalhar fora de casa é uma escolha. Assim como não trabalhar fora de casa. Ou como qualquer outra decisão relacionada com o que fazemos no dia a dia…

E para quem está já a pensar “mas se eu pudesse…”, acrescentamos: é SEMPRE uma escolha. Mesmo que, neste momento a razão da escolha seja o facto de não estar disponível as consequências de escolher outra coisa… E ganhar consciência desta escolha pode ser o primeiro passo para se sentir mais feliz!

O segundo passo poderá ser descobrir o que a faz feliz no trabalho. O que lhe traz de bom a sia e à sua família? Que benefícios tem para si trabalhar onde trabalha? Pode ser o horário, a lozalização, os colegas, as aprendizagens… ou, simplesmente, afastá-la das tarefas domésticas! Atreva-se a descobrir!

O terceiro passo que lhe propomos, é descobrir como integrar esta dimensão em si: como poderá a dimensão da mãe-profissional torná-la mais pessoa, mais equilibrada, mais completa? Como poderá esta dimensão fazer parte de si, estando em harmonia com os seus valores, as suas prioridades, a sua missão na vida? Como poderá levar essas suas dimensões para o trabalho e como poderá o seu trabalho reforçar estas dimensões?

Ser (ainda mais) feliz no trabalho torna-a uma mãe melhor! E ser feliz é uma escolha…

Aínda sem comentários | Faça um comentário

Dá que pensar… Para que serve o dinheiro?

30 de Junho, 2011

“A verdadeira riqueza está relacionada com a posse de uma abundância de boa saúde e verdadeira felicidade.” (Paul McKenna)


Vivemos tempos de crise económica. Na escola, através dos meios de comunicação social, em conversas com os colegas e amigos, as crianças e os adolescentes têm a acesso a esta informação e questionam.


Aos pais caberá escolher como querem abordar a questão, decidir como querem aproveitar a ocasião para investir na educação financeira dos filhos. A crise e as férias poderão ser uns ingredientes fantásticos para proporcionar a aprendizagem sobre a temática, resta descobrir como.


Mas num primeiro momento importa reflectir:

  • Como é que eu, pai ou mãe, “olho” para o dinheiro? Como o obtenho? Que fim lhe destino – o que compro com ele? Como o giro? Que lugar lhe dou na minha vida?
  • Como era na minha família de origem? Que lugar ocupava o dinheiro? Que ensinamentos trouxe dos meus pais e dos meus avós? O que quero fazer diferente deles?
  • Costumo falar sobre dinheiro com os meus filhos? Em que alturas? O que lhes digo? Que mensagem lhes quero transmitir?

As crianças e adolescentes têm uma capacidade de entendimento do mundo, da realidade e, consequentemente, do dinheiro de acordo com a sua idade e nível de desenvolvimento. Isto significa que pais e mães terão que ser criativos para lhes fazer chegar as mensagens relacionadas com a temática.


Por vezes ouvimos: “é tão pequeno, não percebe”. Será? Desde muito cedo as crianças brincam ao faz de conta e “brincar às lojas” é uma actividade que a  maioria delas aprecia. Deixamos-lhe algumas ideias, hoje, para os mais pequenos que alguns pais nos relataram:

  • Na praia, as conchas e as pedras podem ser dinheiro que compram “colares de algas” ou bolinhos de areia, ou pães de areia acabadinhos de sair do forno.
  • No jardim, as folhas caídas no chão podem ser as notas que pagam os brinquedos que iam no saco (a corda de saltar, a bola, os patins…) e que se transformaram numa “loja de brinquedos”.
  • No parque, quando há triciclos e bicicletas, uma folha de papel cortada aos bocadinhos (ou a caixa das bolachas que se acabou cortada aos pedaços) pode ser o dinheiro para pagar os arranjos na oficina que  se inventou ou as lavagens dos carros.

Brincadeiras simples, com poucos recursos, em que as crianças experimentam a ideia de que se queremos ter certos bens ou acesso a determinados serviços é necessário pagar. Há quem preste o serviço ou quem venda e há quem compre…


O que funcionaria lá por casa? Que ideias / actividades costuma desenvolver com os seus filhos para falar de dinheiro?

Aínda sem comentários | Faça um comentário

Refeições: prazer ou tormenta?

7 de Junho, 2011

Boa tarde, tenho um filho com 3 anos que até agora comia muito bem, principalmente sopa e agora são raras as refeições que lhe agradam… Não consigo fazer com que coma, nem a sopa. Eu coloco-o de castigo, não o deixo comer ao longo o dia e também não come goluseimas (que entretanto a irmã com 9 anos vai “petiscando” ao longo do dia). Mesmo assim, recusa-se a fazer uma refeição normal e há dias que vai para a cama sem jantar, porque também não pede mais nada e mesmo eu perguntando se quer leite ou outra coisa qualquer rejeita. Outras vezes, como hoje ao almoço, comeu lindamente, sem birras n confusões.

Gostaria de saber como hei-de actuar para que ele volte a comer normalmente e já agora, será que faço bem, não o deixando comer fora de horas? Obrigada. (I.)

Olá, I.,

Obrigada pela pergunta que colocou no nosso blog. É mais uma oportunidade de reflectirmos e de chegarmos até outros pais e mães que se inquietam com questões semelhantes.

Vou começar pela sua última afirmação – fazer com que o seu filho volte a comer como antigamente, não depende de si. Esse poder a I. não tem. Essa tomada de decisão é e será sempre do seu filho. O que lhe vou propor é um conjunto de perguntas que a ajudarão a reflectir e decidir como quer gerir a hora das refeições.

Pense em si. Como gostaria de se sentir durante as horas das refeições? O que gostaria de fazer? De dizer ao seu filho? Como decorrem, habitualmente, esses momentos – são alturas de partilha, de comunicação? Sobre o que dialogam? A duração das refeições é limitada – as crianças sabem quanto tempo duram? E o que aconteça quando o tempo chega ao fim?

O que poderia acontecer ao seu filho se ficasse sem comer? Já reparou que escreve que habitualmente não lhe dá alternativas nem goluseimas mas que à noite pergunta se ele quer leite antes de dormir? Muitos pais e mães com quem temos trabalhado referem a dificuldade em cumprir o que estabelecem. Neste caso acabam por passar uma mensagem pouco clara acerca dos limites estabelecidos. Repare, se afirma que não é possível comer fora da refeição mas depois oferece leite… Que mensagem está a passar? Que talvez aquele limite não seja bem o “limite definitivo”…

E o que faz quando as refeições correm bem, como o almoço do dia em que nos escreveu? Partilha com o seu filho? Diz-lhe que ficou contente com o comportamento dele? Diz-lhe porque é importante comer e o que ele ganhará com isso? Focarmo-nos no que corre bem e celebrar as pequenas-grandes conquistas ajuda-nos a sentirmo-nos mais auto-confiantes e seguros do nosso papel de pais e de mães.

Gostaria que pensasse o que é diferente entre o seu filhos e a sua filha – porque é que a deixa ir “petiscando” e a ele não? O que é que acontece quando ele “petisca”? E quando ela “petisca”?

Relativamente à questão com que termina a sua mensagem, eu pergunto-lhe: “Como se sente a I. ao impedi-lo de comer fora de horas?” Se essa é uma estratégia com a qual se sente confortável, então é porque está bem para si… Se sente algum incómodo, se a questiona… Poderá ser um sinal de que está na altura de encontrar alternativas… Se depois das reflexões de hoje sentir que precisa da nossa ajuda, temos diferentes propostas.

Aínda sem comentários | Faça um comentário

Acompanhar o crescimento com energia!

2 de Junho, 2011

A Minha filha desde que nasceu deita-se sempre às 20 h e dormia até as 7/8 h. Era até a acordarmos. Domrme assim desde os 3 meses e sozinha. Agora tem 13 meses e gatinha que parece uma minhoca andante, só quer é brincar com a mãe e o pai (no fim de um dia de trabalho). Brincamos. Banho (19:00), janta (19:30), e não a consigo meter na cama às 20 (claro), entao tem ido entre as 20: 30 – 21 horas. O problema que se põe, é que o pai chega a cas tipo 19 e ela fica muito excitada (normal, quer brincar com ele. Brinca no fim de jantar, normalmente. No entanto na fase, fim de jantar e cama, não se vê televisão, ou melhor a mesma não está ligada. também tento que ela não brinque co brinquedos que a estimulem “de mais”, electrónicos e por aí. é Mais com jogos nemos elaborados, livros. Mesmo assim ela quando percebe o ritaul de ir pra cama, percebe que a vamos pro na cama é um berreiro desatado. Não a tiro de lá, e ela chora muito, senta-se, faz tudo e mais alguma coisa, mas lá adormece, passada uma horas, umas vezes mais outras vezes menos. O problema agora é que, às 5/6 da manhã, às vezes mais cedo, chora, “berra”, atira pontapés, enfim faz tudo para sair da cama. tento deixá-la estar. No entanto por vezes o cansaço é muito e tiro-a e dou-lhe biberon e ela fica na nossa cama. Mas até podia dormir, não dorme, só brinca, é uma “maluquice”. A minha questão aqui é … DICAS … preciso que me deem uma opinião de como fazer melhor. esta é a fase em que eles começam a explorar e andar, eu sei que é mesmo assim, mas não é fácil e há pequenos truques que por vezes resultam, se tiverem alguns, só vos tenho a agradecer. Muito obrigada. S.

Cara S.

Obrigada pela sua questão, enviada para o nosso blog.

É fantástico ler o seu email e descobrir como é tão bem capaz de identificar os momentos do dia que mais a preocupam. O momento do “ritual de ir para a cama”, e o despertar às 5h/6h da manhã.

Mas vale a pena procurar também saber porque a preocupam! Já colocou a si própria esta questão? E já encontrou a resposta? Alguns pais e mães, quando encontram dificuldade em levar os filhos a alterar o seu comportamento sentem-se frustrados por razões diferentes. Como é consigo? Estas situações levam a que pensamentos da sua parte? Sente que precisa de mais tempo em casal ou para si? Sente que precisa de dormir mais? Sente que a sua filha deveria dormir mais? Sente que as mães deveriam ser capazes de encontrar a solução para os filhos dormirem melhor? Consegue identificar o que está por detrás da sua vontade de mudança?

Os nossos filhos mudam, crescem, evoluem. Às vezes essas mudanças são diferentes do que imaginámos, esperámos ou idealizámos… e demoramos um pouco mais a adaptar-nos a elas…

Como a S. diz, e muito bem, esta é a fase em que começam a andar e a explorar: é um novo mundo que se abre! Esta fase da sua filha – uma das centenas que ela irá viver ao longo da sua vida, mostra como ela é uma criança saudável, enérgica e desperta para o Mundo!

Pela sua partilha será, provavelmente, a energia da mãe que falta para a acompanhar…

Deixo-lhe aqui algumas ideias:
- escolha um dos momentos para começar a implementar mudanças: quer começar pela hora de deitar ou pela hora de despertar?
- identifique o que a preocupa nesta questão: será a mudança de rotinas que mexe consigo? Será a preocupação com as outras tarefas que precisa de desempenahr? Será o cansaço?
- atreva-se a experimentar! Se escolher a hora de deitar para começar, porque não trocar as voltas à sua filha(e a si própria)? O que poderia fazer diferente? A mãe e o pai trocarem de papéis? Chamar alguém para ajudar? Tomar um banho diferente ou não tomar banho? Jantar noutro sítio da casa? Seja criativa: quando usamos as mesmas estratégias obtemos os mesmos resultados – para obter resultados diferentes precisamos de estratégias diferentes!
- Se o cansaço como referiu é um obstáculo à sua capacidade para gerir as situações, pense: como poderá fazer para aumentar o seu tempo de descanso? Se decidisse que precisa de descansar mais 30 minutos (ou 15 ou 1 hora) por dia, como poderia fazê-lo? Que diferença faria, para si e para a sua família, se pudesse alcançar esse objectivo? A quem pode pedir ajuda para o concretizar?
- por último, deixo-lhe uma sugestão inspirada no nosso livro “Family Coahcing: 36 desafios para pais extraordinários”:
Faça uma lista de tudo o que pode fazer apenas num dia, que lhe permita respeitar as suas necessidades e limites, e cuidar do seu bem estar. Inclua nesta lista ideias simples, que dependam de si e que funcionem para si: será tomar o pequeno almoço sozinha? Isr ver as montras à hora de almoço? Meditar antes de dormir? Telefonar a uma amiga? Invista no seu bem-estar!

Se desejar ler outras perguntas e respostas de mães que se preocupam com o sono dos filhos, espreite aqui:
http://familycoaching.pt/blog/?p=384
http://familycoaching.pt/blog/?p=372
http://familycoaching.pt/blog/?p=326

E este é um texto que escrevemos sobre a energia das mães: http://familycoaching.pt/blog/?p=230

Se sentir que precisa de mais ajuda, não hesite em contactar-nos novamente!

Aínda sem comentários | Faça um comentário

Adormecer e dormir: desafios para pais e filhos!

24 de Maio, 2011

Preciso de ajuda, não sei mais o que fazer e nem como agir.Minha filha de 7 anos não dorme sozinha de jeito nenhum.Algumas vezes deito com ela na cama, até ela adormecer e acabo adormecendo também, acordo de madrugada toda torta.E muitas vezes quando vou para meu quarto ela acorda assustada e pede para eu ficar mais um pouco.Já tentei também sentar numa cadeira ao lado da cama dela e esperar ela adormecer.Algumas vezes isso até dá certo, mas outras acordo com ela ao lado da minha cama em pé choramingando.Conversamos bastante, tento entender porque ela tem medo e é tão insegura mas a única coisa que ela fala é que não consegue dormir sozinha.Como devo agir para ajudá-la? A.

Olá

Obrigada pela sua pergunta no nosso blog e muitos Parabéns por ser uma mãe preocupada e atenta!

Relativamente à questão que a preocupa, gostaria de lhe colocar algumas perguntas, que a poderão ajudar a reflectir e tornar a sua vida familiar mais tranquila!

Transparece na sua pergunta que a insegurança da sua filha a preocupa: muitas vezes os pais desejariam que os filhos fossem mais… seguros, confiantes, fortes, simpáticos, honestos… No entanto, não podemos modificar os nossos filhos. Podemos sim, decidir como queremos apoiá-los no seu dia-a-dia na descoberta de como podem lidar e gerir com as diversas situações da sua vida!

Antes de mais, gostaria de lhe sugerir que olhasse para a sua filha com um olhar positivo: recorde como ela é especial e única!

Quais são as suas qualidades? O que sabe ela fazer bem? O que fez ela que a deixasse especialmente orgulhosa e feliz? De que maneiras ela a faz rir? Em que áreas da sua vida é ela uma menina competente e capaz? O que apreciam nela as outras pessoas? Quais os momentos que recorda em que se sentiu próxima dela?

Ao recordar todas as razões que fazem da sua filha uma criança extraordinária, está a focar-se no seu lado positivo, nas coisas boas, nas suas qualidades e competências!

Pense agora: como poderia partilhar com ela as descobertas que fez? Poderia experimentar escrever num cartão algumas e oferecer-lho? Seria interessante guardar cada uma para um dia e conversarem antes de dormir sobre ela? O que funcionaria para vocês enquanto família?

Relativamente à questão do sono, costumamos dizer que há um conjunto de coisas que não podemos obrigar os filhos (nem outras pessoas!) a fazer: comer, fazer xixi ou cocó, e dormir são algumas delas… Como mãe, o que a preocupa realmente no facto de a sua filha não querer dormir sozinha? Que outras soluções estaria disponível para experimentar e lhe fazem sentido? De que forma poderá apoiar a sua filha neste período de dificuldade? O que gostaria de mudar: a forma como reage quando ela acorda ou a forma como gere a hora de deitar? Foque-se numa das questões de cada vez!

Deixo-lhe ainda a sugestão de leitura de duas respostas no nosso blog que poderá considerar interessantes:
http://familycoaching.pt/blog/?p=372

http://familycoaching.pt/blog/?p=326

Estamos ao dispor se necessitar de ajuda adicional!