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	<title>Family Talk</title>
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	<description>Fale sobre os seus desafios. Transforme-os em inspiração</description>
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		<title>Como se motiva para estudar pelo prazer em si?</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Mar 2012 12:07:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>FamilyCoaching</dc:creator>
				<category><![CDATA[Auto-confiança]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-estima]]></category>
		<category><![CDATA[Desafios do crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão do tempo em família]]></category>
		<category><![CDATA[Os pais e a escola]]></category>

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		<description><![CDATA[Perante a nossa afirmação: &#8220;Os pais que estão mais focados na aprendizagem conseguem que os seus filhos tenham melhores notas&#8221;, uma mãe questionou: “E como é que isso se faz alguém me explica? Preciso de coaching   Como se motiva para estudar pelo saber em si? Porque temos crianças que gostam realmente de aprender [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;">Perante a nossa afirmação: &#8220;Os pais que estão mais focados na aprendizagem conseguem que os seus filhos tenham melhores notas&#8221;, uma mãe questionou: “E como é que isso se faz alguém me explica? Preciso de coaching <img src='http://familycoaching.pt/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Como se motiva para estudar pelo saber em si? Porque temos crianças que gostam realmente de aprender e outras que não e pronto. Como tiramos &#8220;pronto&#8221; desta frase?</span></p>
<p style="text-align: justify;">Obrigada pela pergunta. Esta é uma questão que inquieta muitos pais e mães (e até professores) com que nos cruzamos diariamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Para começar, gostaria de colocar uma questão e a partir daí procurarmos o caminho a seguir. Será que existe alguma criança no mundo que não goste realmente de aprender?</p>
<p style="text-align: justify;">Eu arriscaria que o que geralmente se quer é que todas as crianças aprendam as mesmas coisas e da mesma forma. A escola tem os programas para cumprir. A maior parte das vezes a forma de ensinar não é diferenciada. À criança cabe “encaixar” (ou nem por isso) no que lhe é proposto. E o problema pode surgir aí – a criança que parece não se interessar por nada, que muitas vezes é seguido de insucessos académicos, “terminado” com a ideia de que a criança “não é boa em nada”.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de avançar, pergunto-lhe: “Que papel, como Mãe quer ter, já que os programas são para cumprir e o trabalho de ensinar cabe aos professores?”</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns pais referem que “parece-me que o meu filho não se interessa mesmo por nada”. Agarrados a esta ideia é mais difícil encontrar áreas de interesse para além das escolares (às vezes existem mas não são valorizadas – o que fará com que seja dada menos importância a essas “outras áreas”?). Para começar a inverter o ciclo,  pense nalguma coisa que o seu filho realmente aprecie. Como é que ele faz quando está perante esse objecto ou situação? Por exemplo, se apreciar jogar no computador, ele tem que aprender a jogá-los! Como faz isso? Se for cozinhar, ele tem que aprender a cozinhar! Como é que ele faz isso? Se for tirar fotografias, ele tem que aprender a tirá-las! Se for&#8230; Poderemos continuar a lista e ela seria, certamente, muito extensa.</p>
<p style="text-align: justify;">Proponho algumas pistas para reflexão e que poderão ajudá-la a descobrir o seu caminho:</p>
<p style="text-align: justify;">-	Do tempo que semanalmente tem para estar com a criança, quanto tempo quer gastar em tarefas relacionadas directamente com a escola (TPC’s, estudar&#8230;) e quanto tempo quer dedicar a fazer coisas que a criança goste, seja boa, tenha prazer? Em que dias da semana poderão acontecer cada um “dos tempos”?</p>
<p style="text-align: justify;">-	Peça à criança para dizer actividades que gosta de fazer (se for mais velha pode pedir-lhe que as escreva e podem escolher um sitio para afixar o documento). Pode ser ir ao cinema, brincar com amigos, ficar no sofá a ver televisão, ir andar de bicicleta, ir comprar roupa&#8230; Vale tudo! Conhece o seu filho como ninguém poderá apoiá-lo a descobrir muitas coisas. Será também um momento excelente para o ouvir. Quando nos aceitam e nos acolhem, sentimo-nos mais à vontade para partilhar o que nos vai no coração. Acha que o seu filho aceitaria este desafio? Como poderá descobrir o que ele realmente aprecia?</p>
<p style="text-align: justify;">-	Recordar os sucessos aumenta a auto-confiança e dá-nos asas para voar. Podem procurar lembrar-se de situações em que fizeram algumas das actividades enunciadas anteriormente, em que foi bom, em que se conseguiu superar desafios. Há muitas formas de o fazer – dialogando, vendo fotografias da ocasião, fazendo um jogo de adivinhas (em que um relata a situação – local, pessoas envolvidas, sensações, emoções&#8230;; e o outro tem que adivinhar). Basta dar largas à imaginação. O que faz sentido lá por casa?</p>
<p style="text-align: justify;">-	Uma vez identificadas as áreas de interesse, há que “ir atrás”, aprofundá-las, utilizá-las como um catalizador para desenvolver o gosto pela aprendizagem. Deixo-lhe algumas ideias como inspiração mas depois, pensando no seu filho (único, especial, cheio de interesses e talentos) terá que dar largas à imaginação e criar mais soluções.</p>
<ul>
<li>Imagine uma criança que gosta de jogos. Pode pedir-lhe que crie um “quiz” de uma área de interesse (ex: história, música, ciências, geografia, culinária, futebol&#8230;) que depois toda a família poderá jogar. Como pôr esta ideia em prática? A criança fará vários cartões com perguntas (1 cartão – 1 pergunta). Em cada cartão, para alem da pergunta, deverão estar 3 ou 4 respostas possíveis e em baixo deverá estar assinalada a resposta (opção) certa. Para criar o jogo, a criança terá que ler a matéria/informação, saber fazer perguntas e saber a resposta (e ainda tem que escrever o que ajuda à memorização). Podem constituir-se 2 equipas. A equipa A tira o cartão, lê a pergunta e a equipa B tem que responder. Depois inverte-se. Vão-se contabilizando os pontos. Imagine que a criança gosta de escrever no computador. Pode fazer o jogo utilizando esse recurso. Importante, importante – o momento de jogar (é a apresentação do resultado, do produto final). Se o jogo criado não for adequado para toda a familia, será que pode ser um momento especial de Mãe – filho?</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Deixo-lhe ainda uma sugestão de leitura (um <a href="http://www.jn.pt/blogs/emletramiuda/archive/2012/02/07/todas-as-crian-231-as-podem-ser-einstein.aspx">artigo</a> a propósito do livro &#8220;Todas as criança spodem ser um Einstein&#8221;) e <a href="http://horadamae.blogspot.com/2012/02/o-meu-tempo-e-o-tempo-deles.html">ideias</a> de como pode criar tempos especiais para cada um dos filhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Se necessitar de mais apoio, poderá contatar-nos através do geral@familycoaching.pt</p>
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		<title>Pais e professores: uma parceria que vale a pena!</title>
		<link>http://familycoaching.pt/blog/?p=440</link>
		<comments>http://familycoaching.pt/blog/?p=440#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 14:28:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>FamilyCoaching</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desafios do crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Os pais e a escola]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenho um filho e 11 anos, adotado aos 10 e com um passado bastante traumatico. É uma criança com dificuldades de aprendizagem pois segundo a minha analise tem muita falta de bases e nunca foi devidamente apoiado nos primeiros anos de ensino. Frequenta o 6º ano de escolaridade.
O meu filho tem feito muitos progressos, principalmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Tenho um filho e 11 anos, adotado aos 10 e com um passado bastante traumatico. É uma criança com dificuldades de aprendizagem pois segundo a minha analise tem muita falta de bases e nunca foi devidamente apoiado nos primeiros anos de ensino. Frequenta o 6º ano de escolaridade.<br />
O meu filho tem feito muitos progressos, principalmente a nivel de comportamento e atitude. Mas agora estou a ficar bastante procupada pois se no inicio pensava que tudo se resumia à fase inicial da adaptação agora parece que continua com muita dificuldade em assumir regras de comportamento dentro da sala de aula e em concentrar-se. Em casa tem uma atitude que consideramos normal, mas na escola há sempre queixas por parte dos professores. Nada de gravidade extrema mas acima de tudo de ter que ser chamado à atenção várias vezes.<br />
É um bom menino, muito carinhoso mas com uma certa dificuldade em cumprir regras e até em aceitar responsabilidades.    <br />
Gostava de &#8220;ouvir&#8221; as vossas palavras experientes pois queremos muito ajuda-lo a superar as suas dificuldades. Acredito que temos dado o nosso melhor e sabemos que ele também se tem esforçado muito por melhorar. Mas, ainda assim ele está a ser prejudicado na escola, tanto a nivel do rendimento escolar como ao nivel da atitude dos professores para com ele.  Conversamos muito com ele, fazemos-lhe ver as coisas duma forma positiva mas parece que não está a resultar. Estou a começar a ficar ansiosa e percebo que isso não ajuda. P.C.</strong></span></p>
<p>Obrigada pelo seu pedido de ajuda. Podemos, como é nosso hábito, fazer-lhe algumas perguntas que a poderão ajudar a decidir que passo quer dar a seguir&#8230;</p>
<p>Antes de mais gostaria de lhe perguntar a quem, na sua opinião, pertence o problema que nos relata? Quem é que tem um problema? A escola? Os professores? A P.? O seu filho?</p>
<p>Se houver mais do que uma pessoa para quem esta situação é um problema, convém definir muito bem qual é o problema. Por exemplo se a P. disser que para si há um problema, como o definiria? E se sentir que para o seu filho existe um problema como o poderá definir?</p>
<p>Vou ainda fazer-lhe uma outra pergunta: o que acontece ao seu filho quando não cumpre as regras ou não se concentra na sala de aula? Que consequências terá desse comportamento?</p>
<p>Mais uma questão muito importante: quando a P. fala em fase de adaptação inicial, quanto tempo imaginou que essa adaptação poderia demorar? Acha que a sua estimativa poderia estar errada? A adaptação de que fala é a quê? E se o seu filho precisar da “vida toda” para se adaptar? O que acontecerá? Como quer apoiá-lo?</p>
<p>Por último: quando diz que está a ficar ansiosa, percebo que sente medo: muitas vezes o medo é dfícil de aceitar, reconhecer e identificar. Consegue descobrir e verbalizar o seu medo?</p>
<p>Quero ainda dizer-lhe qual é a parte mais importante do seu email:</p>
<p><span style="color: #ff6600;">O meu filho tem feito muitos progressos, principalmente a nivel de comportamento e atitude</span></p>
<p><span style="color: #ff6600;">É um bom menino, muito carinhoso</span></p>
<p>Lembre-se disto com frequência! Faça uma lista das qualidades e dos progresso do seu filho (tente ser específica com os progressos – antes fazia assim, agora faz desta maneira&#8230;)  para reler de vez em quando e partilhe-a com ele!</p>
<p>Estamos por aqui se necessitar de mais apoio.</p>
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		<title>Vencedores Oferta Family Coaching</title>
		<link>http://familycoaching.pt/blog/?p=438</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 15:26:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>FamilyCoaching</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Já encontrámos as vencedoras da Oferta de Natal Family Coaching! AS frases que recebem as nossas ofertas são as seguintes:
O que faz de mim uma mãe extraordinária é a capacidade de me aceitar com as minhas imperfeições e limitações neste grande desafio da vida! Não pretendo ser a melhor mãe do mundo. Entrego-me ao meu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já encontrámos as vencedoras da Oferta de Natal Family Coaching! AS frases que recebem as nossas ofertas são as seguintes:</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>O que faz de mim uma mãe extraordinária é a capacidade de me aceitar com as minhas imperfeições e limitações neste grande desafio da vida! Não pretendo ser a melhor mãe do mundo. Entrego-me ao meu filho de coração aberto, dou o meu melhor e isso basta! O seu olhar de cumplicidade e o seu sorriso contagiante fazem milagres&#8230; fazem-me sentir muito especial e isso para mim é tudo! A.S.S.</strong></span></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>e</strong></span></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>O que faz de mim uma mãe extraordinária é conseguir, por vezes, transformar momentos de stress em momentos divertidos! S.P.</strong></span></p>
<p>Cada uma das autoras das frases vencedoras irá receber um voucher Family Coaching, que dará direito a um processo de coaching por email (6 emails) ou a uma sessão de coaching por telefone com a duração de 1 hora. Cada uma das vencedora poderá escolher o seu prémio destas duas alternativas.</p>
<p>Obrigada a todas as mães extraordinárias pela participação!</p>
<p>O que fará de mim talvez uma Mãe maravilhosa? Não ser a melhor das pessoas, mas esforçar-me para ser um exemplo bom para o meu Filho e dar-lhe o melhor, mesmo de mim.<br />
S. M.M.(Facebook)</p>
<p>Tentar pôr-me sempre no lugar deles para perceber reacções, dar respostas, motivar, ajudar&#8230;.<br />
J.V.(Facebook)</p>
<p>O que faz de mim uma mãe extraordinária é a capacidade de me aceitar com as minhas imperfeições e limitações neste grande desafio da vida! Não pretendo ser a melhor mãe do mundo. Entrego-me ao meu filho de coração aberto, dou o meu melhor e isso basta! O seu olhar de cumplicidade e o seu sorriso contagiante fazem milagres&#8230; fazem-me sentir muito especial e isso para mim é tudo!<br />
A.S.S.(Facebook)</p>
<p>Ser cumplice dos meus filhos em muitas coisas. Crescer todos os dias com eles embora ultimamente, o mais velho esteja a crescer a um ritmo mais acelerado do que eu&#8230;<br />
C.M.(email)</p>
<p>A Mãe toca todas as notas musicais, umas vezes &#8220;desafina&#8221;, outras acerta o tom mas eu acho que ela é a melodia mais doce, extraordinária e alegre que posso ter junto de mim. (Rita)<br />
A.F.</p>
<p>Pais extraoedinários tentamos ser<br />
embora tenhamos seja sempre o cinto apertado.<br />
Mas sentindo-nos, do amanhecer ao anoitecer,<br />
o coração dela fica fica mais sossegado.<br />
S.F.(email)</p>
<p>Cada sorriso que vejo na cara dos meus filhos!<br />
A.L. C. (email)</p>
<p>Estar sempre disponivel para ouvir, o que quando falamos de duas meninas de 4 e 7 anos se pode tornar muito divertido ou incrivelmente constrangedor&#8230;<br />
A.C.(blog)</p>
<p>Ter optado por ficar com a minha princesa 24h por dia&#8230; ver o primeiro passo, ouvir a primeira palavra, sentir o primeiro abraço, receber o primeiro beijo, explicar o porquê das coisas, descobrir como é fantástico e mágico ser MÃE.<br />
P.A.(blog)</p>
<p>Amá-los, deixando que se amem.<br />
R. C.(email)</p>
<p>O que faz de mim uma mãe extraordinária é o facto de saber dizer que não na hora que penso ser a mais adequada.<br />
M.M. (email)</p>
<p>Amor, é tudo o que uma criança necessita para Sorrir!<br />
A.C.(email)</p>
<p>Sou uma mãe extraordinária, porque apesar dos erros que cometo e da paciência que por vezes falta, os meus filhos de 6 e 8 anos, abraçam-me até eu perder o ar e dizem-me que me adoram!<br />
C.M.(email)</p>
<p>Rebolar no chão com o meu filho depois de uma longa sessão de cócegas!!!<br />
E<br />
Educar com muita paciência e fundamentalmente muito Amor!!<br />
A.L.C.(email)</p>
<p>Eu sou uma mãe extraordinária porque…  Tenho 2 filhos extraordinários… que saem mesmo à mãe!!! Só pode querer dizer que fiz alguma coisa extraordinariamente bem!<br />
S.C.A.(email)</p>
<p>O que faz de mim uma Mãe extraordinária é saber que o sorriso do meu filho é o Amor-Maior em forma de gente, o seu sorriso assegura-me de que estou no bom caminho e que tenho capacidade de crescer com as dificuldades diárias, com os pequenos erros que são colmatados por aquele abracinho quente e seguro.<br />
A.M.C.(email)</p>
<p>Estar junto ao meu filho para sorrir com ele e comemorar as suas alegrias, as suas vitórias, as suas conquistas&#8230;estar lá para o abraçar e estender-lhe a mão, levantando-o, sempre que haja um tropeção&#8230;se ele levantar a cabeça e olhar em frente, verá que&#8230;a Mamã está aqui! Quero vê-lo crescer e ser Feliz e, por isso&#8230;a Mamã está sempre aqui!<br />
M.B.(blog)</p>
<p>Meu filho é que me faz uma mãe extraordinária; quando ele sorri me mostra que estou fazendo tudo certo, tudo que ele precisa.<br />
L.G.S.(blog)</p>
<p>A vontade de Viver e ser Feliz que transmito ao meu filho em tudo o que faço.<br />
S.M.(email)</p>
<p>O que faz de mim uma mãe extraordinária é conseguir, por vezes, transformar momentos de stress em momentos divertidos!<br />
S.P.(email)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Oferta de Natal Family Coaching</title>
		<link>http://familycoaching.pt/blog/?p=432</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 13:31:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>FamilyCoaching</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[
Quer receber um presente de Natal da Family Coaching?
É fácil: envie-nos um email para geral@familycoaching.pt , comente aqui no Blog ou comente na nossa página do Facebook, dizendo o que faz de si um pai ou uma mãe extraordinário!
As duas respostas mais originais receberão um presente surpresa. No dia 16 de Dezembro divulgaremos os vencedores.
Obrigada pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-434" title="Vouchers Natal2" src="http://familycoaching.pt/blog/wp-content/uploads/2011/12/Vouchers-Natal21.bmp" alt="Vouchers Natal2" /></p>
<p>Quer receber um presente de Natal da Family Coaching?</p>
<p>É fácil: envie-nos um email para <a href="mailto:geral@familycoaching.pt">geral@familycoaching.pt</a> , comente aqui no Blog ou comente na <a href="http://www.facebook.com/familycoaching.pt">nossa página do Facebook</a>, dizendo o que faz de si um pai ou uma mãe extraordinário!</p>
<p>As duas respostas mais originais receberão um presente surpresa. No dia 16 de Dezembro divulgaremos os vencedores.</p>
<p>Obrigada pela sua participação.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Dá que pensar&#8230; Disponível ou ocupado? A escolha é sua!</title>
		<link>http://familycoaching.pt/blog/?p=430</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 10:56:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>FamilyCoaching</dc:creator>
				<category><![CDATA[Culpa]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão do tempo em família]]></category>
		<category><![CDATA[Valores]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;O tempo tem mais olhos que barriga.&#8221;
 Susana Félix
Estamos a chegar àquela altura do ano em que ficamos demasiado ocupados&#8230; demasiado ocupados para estar com quem gostamos? Demasiado ocupados para apreciar tempo sozinhos? Demasiado ocupados para relembrar o que é mesmo importante? Demasiado ocupados para rir e fazer brincadeiras tontas com os filhos? Demasiado ocupados para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;">&#8220;<em><strong>O tempo tem mais olhos que barriga.&#8221;</strong></em></span></p>
<p><span style="color: #ff6600;"> Susana Félix</span></p>
<p>Estamos a chegar àquela altura do ano em que ficamos demasiado ocupados&#8230; demasiado ocupados para estar com quem gostamos? Demasiado ocupados para apreciar tempo sozinhos? Demasiado ocupados para relembrar o que é mesmo importante? Demasiado ocupados para rir e fazer brincadeiras tontas com os filhos? Demasiado ocupados para ler um livro? Ou fazer um presente para alguém especial?</p>
<p>Quando estamos demasiado ocupados para todas estas coisas, vale a pena perguntar: o que é o mais importante? O que é que eu quero? E atrever-se a dizer &#8220;não&#8221; &#8211; para poder dizer SIM!</p>
<p>Quando somos capazes de descobrir o que queremos realmente, aceitá-lo e ficar em paz com essa vontade, mesmo que seja uma vontade que interfere com os outros, estamos a convidar esses outros a descobrirem também o que é importante para eles e a dizer-lhes que aceitamos também as suas escolhas!</p>
<p>Atreva-se a virar costas ao que esperam de si, ao que acha que &#8220;devia&#8221; fazer, e a enfrentar o que quer realmente fazer com o seu tempo!</p>
<p>Da próxima vez que o convidarem (os seus filhos, os amigos, a família, ou a sua própria mente) para algo que lhe parece ir mesmo ao encontro do que é importante para si, mas acreditar que não tem tempo, pense outra vez&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Dá que pensar&#8230; O momento certo para agradecer: agora!</title>
		<link>http://familycoaching.pt/blog/?p=426</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Nov 2011 14:55:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>FamilyCoaching</dc:creator>
				<category><![CDATA[Auto-confiança]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-estima]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[Valores]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Diariamente, precisamos de descobrir que não é a felicidade que nos faz sentir gratidão, é a gratidão que nos faz sentir felizes &#8221; David Steindhl-Rast
Quantas vezes já disse ao seu filhos &#8220;diz obrigado!&#8221;? Alguma vez parou para pensar nesta preocupação? Hoje vamos propor-lhe que o faça!
A palavra &#8220;obrigado&#8221; é uma palavra estranha&#8230; quer dizer que nos sentimos &#8220;obrigados&#8221; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>&#8220;<em>Diariamente, precisamos de descobrir que não é a felicidade que nos faz sentir gratidão, é a gratidão que nos faz sentir felizes</em> &#8221; </strong></span><span style="color: #ff6600;"><strong>David Steindhl-Rast</strong></span></p>
<p>Quantas vezes já disse ao seu filhos &#8220;diz obrigado!&#8221;? Alguma vez parou para pensar nesta preocupação? Hoje vamos propor-lhe que o faça!</p>
<p>A palavra &#8220;obrigado&#8221; é uma palavra estranha&#8230; quer dizer que nos sentimos &#8220;obrigados&#8221; a fazer algo a seguir? Quer dizer que é &#8220;obrigatório&#8221; pagar um favor, uma oferta, uma coisa boa? Não admira que as crianças tenham tanta dificuldade em dizê-la&#8230; e não admira que tenhamos tanta dificuldade em pedir ajuda: sentimos que ao agradecer estamos &#8220;obrigados&#8221; a retribuir.</p>
<p>A gratidão, no entanto, é muito mais do que dizer &#8220;obrigado!&#8221;: a gratidão é sentirmo-nos felizes e confortados com as pequenas e grandes coisas boas da nossa vida!</p>
<p>Qual foi a última vez que se sentiu grato? Costuma partilhar com os seus filhos estas pequenas (ou grandes) gratidões? Ou sente que está a contribuir para perpetuar a &#8220;obrigação&#8221; que os agradecimentos portugueses associam à gratidão? O que depende de si para pôr fim a este ciclo?</p>
<p>De que se sente grato hoje? Quer dizer-nos?</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Dá que pensar&#8230; Faz frio: saia de casa!</title>
		<link>http://familycoaching.pt/blog/?p=424</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 13:30:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>FamilyCoaching</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão do tempo em família]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://familycoaching.pt/blog/?p=424</guid>
		<description><![CDATA[“O mau tempo não existe &#8211; apenas a roupa errada”
Billy Connoly
Quando está frio ficamos por casa&#8230; hoje queremos levá-lo a questionar esta ideia!
Será que o tempo frio tem, necessariamente, de ser sinonimo de ficar fechados em casa? Como se sente quando fica muito tempo sem sair de casa? E os seus filhos? O que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><strong>“O mau tempo não existe &#8211; apenas a roupa errada”<br />
Billy Connoly</strong></span></p>
<p><strong>Quando está frio ficamos por casa&#8230;</strong> hoje queremos levá-lo a questionar esta ideia!</p>
<p>Será que o tempo frio tem, necessariamente, de ser sinonimo de ficar fechados em casa? Como se sente quando fica muito tempo sem sair de casa? E os seus filhos? O que o impede de sair de casa quando está frio? Já pensou que quem mora em locais mais frios ou com muita chuva sai de casa e aproveita o exterior também no inverno?</p>
<p>Queremos incentivá-lo a ser criativo e a procurar alternativas para que sair de casa seja uma possibilidade também quando o tempo está frio&#8230;</p>
<p>Aqui estão algumas ideias em que temos tropeçado e que podem ajudá-lo a encontrar as que funcionam na sua família:</p>
<p>- <strong>Os parques infantis estão molhados&#8230;</strong> agasalhe-os bem, leve uma muda de roupa seca no carro e, no fim da brincadeira, mude-lhes a roupa!<br />
- <strong>Está a chover&#8230;</strong> calcem galochas, vistam impermeáveis e apanhem chuva com a língua ou brinquem com as poças de água;<br />
- <strong>Está frio&#8230;</strong> mais um par de meias, mais um casaco ou camisola, e toca a correr na rua para aquecer!<br />
- <strong>As brincadeiras não funcionam&#8230;</strong> apanhar folhas secas ou pauzinhos, brincar às escondidas ou à apanhada, explorar o pinhal perto de casa, contar uma história sentada numa pedra&#8230;<br />
- <strong>Mas dentro está-se melhor&#8230;</strong> que recursos existem fora de casa que são interiores? Uma biblioteca? Um restaurante com parque interior? Um museu ou uma exposição? A casa de um amigo? Uma ludoteca?</p>
<p>Muitos pais partilham conosco que sair de casa com as crianças ajuda a manter a sanidade dos pais! O que está à espera? Aceite o desafio e partilhe conosco outras ideias ou o que aconteceu quando saiu da sua zona de conforto!</p>
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		<title>Dá que pensar&#8230; as mães que trabalham fora de casa são mais felizes?</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Oct 2011 10:41:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>FamilyCoaching</dc:creator>
				<category><![CDATA[Auto-confiança]]></category>
		<category><![CDATA[Vida familiar e vida profissional]]></category>

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		<description><![CDATA[“Quando as pessoas vão trabalhar, não deveriam ter que deixar os seus corações em casa” Betty Bender
Este é um tema quente! E é quente porque mexe com o coração de muitas mães&#8230;
Gostávamos hoje de focar a nossa atenção num ponto muito importante: “Trabalhar fora de casa é uma escolha!”
Reparou como a frase não terminou com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #ff6600;"><em>“Quando as pessoas vão trabalhar, não deveriam ter que deixar os seus corações em casa” </em>Betty Bender</span></strong></p>
<p>Este é um tema quente! E é quente porque mexe com o coração de muitas mães&#8230;</p>
<p>Gostávamos hoje de focar a nossa atenção num ponto muito importante: <strong>“Trabalhar fora de casa é uma escolha!”</strong></p>
<p>Reparou como a frase não terminou com um ponto de interrogação? Foi de propósito. Nós temos a certeza de que trabalhar fora de casa é uma escolha. Assim como não trabalhar fora de casa. Ou como qualquer outra decisão relacionada com o que fazemos no dia a dia&#8230;</p>
<p>E para quem está já a pensar “mas se eu pudesse&#8230;”, acrescentamos: é SEMPRE uma escolha. Mesmo que, neste momento a razão da escolha seja o facto de não estar disponível as consequências de escolher outra coisa&#8230; E ganhar consciência desta escolha pode ser o primeiro passo para se sentir mais feliz!</p>
<p>O segundo passo poderá ser descobrir o que a faz feliz no trabalho. O que lhe traz de bom a sia e à sua família? Que benefícios tem para si trabalhar onde trabalha? Pode ser o horário, a lozalização, os colegas, as aprendizagens&#8230; ou, simplesmente, afastá-la das tarefas domésticas! Atreva-se a descobrir!</p>
<p>O terceiro passo que lhe propomos, é descobrir como integrar esta dimensão em si: como poderá a dimensão da mãe-profissional torná-la mais pessoa, mais equilibrada, mais completa? Como poderá esta dimensão fazer parte de si, estando em harmonia com os seus valores, as suas prioridades, a sua missão na vida? Como poderá levar essas suas dimensões para o trabalho e como poderá o seu trabalho reforçar estas dimensões?</p>
<p>Ser (ainda mais) feliz no trabalho torna-a uma mãe melhor! E ser feliz é uma escolha&#8230;</p>
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		<title>Dá que pensar&#8230; Para que serve o dinheiro?</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jun 2011 19:19:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>FamilyCoaching</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desafios do crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Educação financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Valores]]></category>

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		<description><![CDATA[“A verdadeira riqueza está relacionada com a posse de uma abundância de boa saúde e verdadeira felicidade.” (Paul McKenna)

Vivemos tempos de crise económica. Na escola, através dos meios de comunicação social, em conversas com os colegas e amigos, as crianças e os adolescentes têm a acesso a esta informação e questionam.

Aos pais caberá escolher como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding: 0px; margin: 0px;">“A verdadeira riqueza está relacionada com a posse de uma abundância de boa saúde e verdadeira felicidade.” (Paul McKenna)</p>
<p style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding: 0px; margin: 0px;"><br style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px;" /></p>
<p style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding: 0px; margin: 0px;">Vivemos tempos de crise económica. Na escola, através dos meios de comunicação social, em conversas com os colegas e amigos, as crianças e os adolescentes têm a acesso a esta informação e questionam.</p>
<p style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding: 0px; margin: 0px;"><br style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px;" /></p>
<p style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding: 0px; margin: 0px;">Aos pais caberá escolher como querem abordar a questão, decidir como querem aproveitar a ocasião para investir na educação financeira dos filhos. A crise e as férias poderão ser uns ingredientes fantásticos para proporcionar a aprendizagem sobre a temática, resta descobrir como.</p>
<p style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding: 0px; margin: 0px;"><br style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px;" /></p>
<p style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding: 0px; margin: 0px;">Mas num primeiro momento importa reflectir:</p>
<ul style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; list-style-type: square; margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 5px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 10px;">
<li style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px;">Como é que eu, pai ou mãe, “olho” para o dinheiro? Como o obtenho? Que fim lhe destino – o que compro com ele? Como o giro? Que lugar lhe dou na minha vida?</li>
<li style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px;">Como era na minha família de origem? Que lugar ocupava o dinheiro? Que ensinamentos trouxe dos meus pais e dos meus avós? O que quero fazer diferente deles?</li>
<li style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px;">Costumo falar sobre dinheiro com os meus filhos? Em que alturas? O que lhes digo? Que mensagem lhes quero transmitir?</li>
</ul>
<p style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding: 0px; margin: 0px;">As crianças e adolescentes têm uma capacidade de entendimento do mundo, da realidade e, consequentemente, do dinheiro de acordo com a sua idade e nível de desenvolvimento. Isto significa que pais e mães terão que ser criativos para lhes fazer chegar as mensagens relacionadas com a temática.</p>
<p style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding: 0px; margin: 0px;"><br style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px;" /></p>
<p style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding: 0px; margin: 0px;">Por vezes ouvimos: “é tão pequeno, não percebe”. Será? Desde muito cedo as crianças brincam ao faz de conta e “brincar às lojas” é uma actividade que a  maioria delas aprecia. Deixamos-lhe algumas ideias, hoje, para os mais pequenos que alguns pais nos relataram:</p>
<ul style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; list-style-type: square; margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 5px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 10px;">
<li style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px;">Na praia, as conchas e as pedras podem ser dinheiro que compram “colares de algas” ou bolinhos de areia, ou pães de areia acabadinhos de sair do forno.</li>
<li style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px;">No jardim, as folhas caídas no chão podem ser as notas que pagam os brinquedos que iam no saco (a corda de saltar, a bola, os patins&#8230;) e que se transformaram numa “loja de brinquedos”.</li>
<li style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px;">No parque, quando há triciclos e bicicletas, uma folha de papel cortada aos bocadinhos (ou a caixa das bolachas que se acabou cortada aos pedaços) pode ser o dinheiro para pagar os arranjos na oficina que  se inventou ou as lavagens dos carros.</li>
</ul>
<p style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding: 0px; margin: 0px;">Brincadeiras simples, com poucos recursos, em que as crianças experimentam a ideia de que se queremos ter certos bens ou acesso a determinados serviços é necessário pagar. Há quem preste o serviço ou quem venda e há quem compre&#8230;</p>
<p style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding: 0px; margin: 0px;"><br style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px;" /></p>
<p style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px; padding: 0px; margin: 0px;">O que funcionaria lá por casa? Que ideias / actividades costuma desenvolver com os seus filhos para falar de dinheiro?</p>
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		<title>Refeições: prazer ou tormenta?</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jun 2011 10:43:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>FamilyCoaching</dc:creator>
				<category><![CDATA["Horas Venenosas"]]></category>
		<category><![CDATA[Desafios do crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Disciplina e limites]]></category>

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		<description><![CDATA[Boa tarde, tenho um filho com 3 anos que até agora comia muito bem, principalmente sopa e agora são raras as refeições que lhe agradam&#8230; Não consigo fazer com que coma, nem a sopa. Eu coloco-o de castigo, não o deixo comer ao longo o dia e também não come goluseimas (que entretanto a irmã com 9 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;">Boa tarde, tenho um filho com 3 anos que até agora comia muito bem, principalmente sopa e agora são raras as refeições que lhe agradam&#8230; Não consigo fazer com que coma, nem a sopa. Eu coloco-o de castigo, não o deixo comer ao longo o dia e também não come goluseimas (que entretanto a irmã com 9 anos vai &#8220;petiscando&#8221; ao longo do dia). Mesmo assim, recusa-se a fazer uma refeição normal e há dias que vai para a cama sem jantar, porque também não pede mais nada e mesmo eu perguntando se quer leite ou outra coisa qualquer rejeita. Outras vezes, como hoje ao almoço, comeu lindamente, sem birras n confusões.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;">Gostaria de saber como hei-de actuar para que ele volte a comer normalmente e já agora, será que faço bem, não o deixando comer fora de horas? Obrigada. (I.)</span></p>
<p style="text-align: justify;">Olá, I.,</p>
<p style="text-align: justify;">Obrigada pela pergunta que colocou no nosso blog. É mais uma oportunidade de reflectirmos e de chegarmos até outros pais e mães que se inquietam com questões semelhantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Vou começar pela sua última afirmação – fazer com que o seu filho volte a comer como antigamente, não depende de si. Esse poder a I. não tem. Essa tomada de decisão é e será sempre do seu filho. O que lhe vou propor é um conjunto de perguntas que a ajudarão a reflectir e decidir como quer gerir a hora das refeições.</p>
<p style="text-align: justify;">Pense em si. Como gostaria de se sentir durante as horas das refeições? O que gostaria de fazer? De dizer ao seu filho? Como decorrem, habitualmente, esses momentos – são alturas de partilha, de comunicação? Sobre o que dialogam? A duração das refeições é limitada – as crianças sabem quanto tempo duram? E o que aconteça quando o tempo chega ao fim?</p>
<p style="text-align: justify;">O que poderia acontecer ao seu filho se ficasse sem comer? Já reparou que escreve que habitualmente não lhe dá alternativas nem goluseimas mas que à noite pergunta se ele quer leite antes de dormir? Muitos pais e mães com quem temos trabalhado referem a dificuldade em cumprir o que estabelecem. Neste caso acabam por passar uma mensagem pouco clara acerca dos limites estabelecidos. Repare, se afirma que não é possível comer fora da refeição mas depois oferece leite&#8230; Que mensagem está a passar? Que talvez aquele limite não seja bem o “limite definitivo”&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">E o que faz quando as refeições correm bem, como o almoço do dia em que nos escreveu? Partilha com o seu filho? Diz-lhe que ficou contente com o comportamento dele? Diz-lhe porque é importante comer e o que ele ganhará com isso? Focarmo-nos no que corre bem e celebrar as pequenas-grandes conquistas ajuda-nos a sentirmo-nos mais auto-confiantes e seguros do nosso papel de pais e de mães.</p>
<p style="text-align: justify;">Gostaria que pensasse o que é diferente entre o seu filhos e a sua filha – porque é que a deixa ir “petiscando” e a ele não? O que é que acontece quando ele “petisca”? E quando ela “petisca”?</p>
<p style="text-align: justify;">Relativamente à questão com que termina a sua mensagem, eu pergunto-lhe: “Como se sente a I. ao impedi-lo de comer fora de horas?” Se essa é uma estratégia com a qual se sente confortável, então é porque está bem para si&#8230; Se sente algum incómodo, se a questiona&#8230; Poderá ser um sinal de que está na altura de encontrar alternativas&#8230; Se depois das reflexões de hoje sentir que precisa da nossa ajuda, temos diferentes <a href="http://www.familycoaching.pt/Servicos.html" target="_blank">propostas</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">
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